Nós seres humanos vivemos em uma sociedade que se completa. Várias são as situações que fazem com que nossas vidas sejam recheadas de situações de simbiose plena, ou seja, a troca de experiências e a possibilidade de completar-se. Isto implica em uma incapacidade de perpetuar-se sozinho ou de orientações, bem como do convívio alheio. Apesar da busca incessante pelo convívio social, temos uma tendência a estagnar em uma área conhecida por zona de conforto. A zona de conforto consiste em permanecer de uma forma tranquila e amena em uma posição de não comprometimento, ou seja, em um lugar que não oferece riscos, ou parece não oferecer. Com isto, e muita das vezes, abdicamos de galgar degraus importantes para as nossas vidas. Quando perseguimos nossos objetivos e sonhos fazemos com que estejamos na chamada Zona de aprendizado. Esta camada representa novos rumos, novas perspectivas e a possibilidade de agregar ainda mais as nossas experimentações. É claro, e uma tendência natural, de permacecermos na área mais confortável, ou seja, zona de conforto. Pergunte-se! Reflita sobre os grandes líderes mundiais. Muitos deles permaneceram por muito tempo na zona de aprendizado! E se você observar bem, vai perceber pessoas ao nosso redor que não conseguiram patamares desejáveis, exatamente por navegar nestes mares confortáveis e, a medida que as portas se abriam, as recusava temendo o "novo". O medo das mudanças é absolutamente compreensível, sobretudo em um mundo extremamente dinâmico, todavia é necessário acreditarmos e confiarmos nos nossos potenciais, e assim, agarrar oportunidades e traçar as linhas dos nossos destinos. Certa feita ouvi a seguinte frase no interior das Minas Gerais "Cavalo arriado só passa uma vez". Esta frase singela, representa a verdade de se abdicar da zona de conforto para a zona do aprendizado.
Sábado, 14 de Junho de 2008
Segunda-feira, 7 de Abril de 2008
TEORIA DO ICEBERG
Por que a participação social é tão subjulgada em nosso país? Qual é o mistério que se oculta na ausência de continuísmo de nossos munícipes? Será que não estamos enveredando no individualismo? E a tal de cidadania? Que fenômeno é capaz de descrever a frieza de relações, se somos, na maioria, seres que vivem em conjunto, ou seja, não conseguimos viver sem a frequência de outras pessoas? A verdade é que não estamos alijados do processo crescente de velocidade da vida. Todo o tempo estamos buscando alcançar patamares diferenciados e nos olvidamos de atentar as pequenas, e talvez, as mais importantes de nossas vidas. Esta é a máxima do iceberg. Vivemos focando no que, na verdade, representa a ponta do tal bloco de gelo. E isto representa dez por cento de sua massa, ou seja, outros noventa, submersos e distantes do olhar material. Para podermos observar os outros noventa temos que desenvolver habilidades que foram ficando postergadas no meio do caminho. E ao longo da história, abandonadas e relegadas ao segundo plano. A participação social consiste na verificação e no carinho com os que nos circundam. De não apagar a luz própria e viver em função da claridade de terceiros. E através da via de mão-dupla, esternar sentimentos; viver o presente como um presente e fazer algo de bom para si ou para outrem. E as vezes, pasmem, este outro está bem ao seu lado.
Domingo, 2 de Março de 2008
REDAÇÃO VENCEDORA: TEMA: Você tem experiência?
Em um processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: 'Você tem experiência?' A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos, mas para preservar a sua identidade, o nome foi omitido. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele, com certeza, será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma. REDAÇÃO VENCEDORA: TEMA: Você tem experiência? Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a barba apressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrela. Já subi em árvore pra roubar fruta. Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro da escola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro. Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade. Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade. Já deitei na grama de madrugada via Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logochegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga. Me encosta à parede e grita: 'Qual sua experiência?'. Essa pergunta ecoa no meu cérebro: Experiência... Experiência... Será que ser plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?'
Sábado, 29 de Dezembro de 2007
RETROSPECTIVA PESSOAL - FAÇA ACONTECER NA SUA VIDA!!
É meus amigos! Mais um ano se encerra! Muitas catástrofes, muitas revelações no esporte e na música, muito desperdício de água, muita indiferença dos nossos governantes com questões sociais, no entanto, muita solidariedade também, fim da CPMF, mensalão, dentre muitos outros tantos fatos que decretam a história da nossa civilização e dos nossos dias. A pergunta é a seguinte: Você já fez a retrospectiva de sua vida? Você já pesou os acertos e erros cometidos? Já parou para pensar em quanta gente magoou e quanta gente fez feliz? Em quantos sorrisos você deu? E quantos abraços recebeu? Já repensou nas decisões tomadas? Nas possibilidades frustradas? No crescimento dos seus filhos? É... Evidentemente que não podemos lamuriar feitos, nem tampouco, sofrer por situações que não tem volta. Contudo é muito importante que façamos uma introspecção do ano que se encerra e nos prepararemos para novas empreitadas. Um bom começo é acabar com a "síndrome de Gabriela", eu nasci assim.. eu cresci assim.. vou ser sempre assim.. Somos relutantes nas questões de mudança, principalmente quando afeta o nosso "eu", contudo, e por ser a parte mais difícil, necessita de uma análise. Um planejamento estratégico cai bem. Tanto na vida pessoal, quanto profissional. Precisamos observar o "homem do espelho" e indagá-lo a que rumo tomar. Precisamos equilibrar o espírito! Neste mister podemos seguir o conceito de sustentabilidade e procurar fazer a nossa parte, dentro da esfera de atuação a que nos compete. Sermos justos é um bom começo! E a referida prática começa com você! Seja mais equilibrado nas questões pessoais e profissionais! Temos que fazer, por exemplo, que a nossa profissão seja um meio de vida, e não, um meio de morte! Isto acontece com todos que se acham insubstituíveis. Claro que não estamos aqui falando em jogar no lixo o que nos diferencia, mas sim, a busca do equilíbrio. Pergunte as pessoas que você ama sobre seu perfil. Peça sinceridade! Veja com os olhos daqueles que seriam capazes de enfrentar tormentas ao seu lado! Veja, com clareza, alguns absurdos que você cometeu! Contudo, não se lastime, nem se cobre demais! Somos imperfeitos e buscamos a luz todo o tempo! Escute mais o seu coração! Seja feliz! E a felicidade começa do sorriso! Faça acontecer na sua vida! Escute o homem do espelho!!! Cuide dele!

Terça-feira, 20 de Novembro de 2007
Dia 02 de dezembro - Dia do Voluntariado

No Próximo dia 02 de dezembro estaremos comemorando e incentivando o dia do voluntário. A FIEMG, este ano abraçou o nosso "PROJETO MENINOS DO MANDU". Logo, estaremos atrelando a festa de Natal dos nossos meninos incentivando as pessoas a participarem do processo. É muito importante a parceria e o trabalho desenvolvido pela FIEMG em todo Estado. Nós "Meninos do Mandu" agradecemos desde já, fortificando nosso empenho de mudar a realidade do bairro São Geraldo e de toda Pouso Alegre. PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM! O nosso futuro depende, diretamente, de ações em consonância, ou seja, temos que estender nossas mãos acreditando que necessitaremos, em alguma circunstância, de apoio de outras pessoas. Participando com qualquer ação voluntária, você desonera o Estado, o Município que podem trabalhar questões mais emergenciais. É o momento de abrirmos os nossos olhos e perceber que o mundo é realmente redondo. É necessário observar o quão nossas ações são grandes. Ao deixar de jogar um copo plástico no rio, por exemplo, ato que parece simples, deixamos de onerar a terra em milhares de anos para decompor o referido copo. ACREDITE..SUAS AÇÕES VOLUNTÁRIAS SÃO IMPORTNATES PARA TODO O MUNDO!
MENINOS DO MANDU "FABRICANDO SONHOS"
Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007
Na próxima semana, a Empresa Minas Brasil, en parceria com a Polícia Militar, venderá, em suas 27 lojas de Minas Gerais a Camisa "Meninos do Mandu". Você poderá participar do projeto comprando uma camisa nas lojas citadas e parte do valor será remetido para o Projeto. VISTA ESTA CAMISA VOCÊ TAMBÉM!!!!!
Domingo, 18 de Novembro de 2007

Reflexões para o relacionamento Interpessoal
A CENOURA, O OVO E O CAFÉ
Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas
estavam tão difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.
Estava cansada de lutar e combater.
Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um chefe, levou-a até a cozinha dele.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo
alto.
Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última
pó de café.
Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o
que ele estaria fazendo.
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás.
Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela.
Retirou os ovos e os colocou em uma tigela.
Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.
Virando-se para ela, perguntou:
- “Querida, o que você está vendo?”
- “Cenouras, ovos e café,” ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as
cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo
endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
- “O que isto significa, pai?”
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma
adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido
submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram
frágeis sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem
sido fervidos na água, seu interior se tornara mais rijo. O pó de café, contudo,
era incomparável; depois que fora colocado na água fervente, ele havia
mudado a água.
Ele perguntou à filha:
-”Qual deles é você, minha querida? Quando a adversidade
bate à sua porta, como você responde? Você é como a cenoura que
parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha, torna-se
frágil e perde sua força? Ou será você como o ovo, que começa com
um coração maleável, mas que depois de alguma perda ou decepção
se torna mais duro, apesar de a casca parecer a mesma? Ou será
que você é como o pó de café, capaz de transformar a adversidade
em algo melhor ainda do que ele próprio?”
Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós somente
a nós - decidir se a suposta crise irá ou não afetar nosso rendimento
profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida enfim.
Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra
positiva. Mas você precisa acreditar nisso. Confiar que você tem capacidade
e tenacidade suficientes para superar mais este desafio.
“Uma vida não tem importância se não for capaz de impactar
positivamente outras vidas”.
DIFERENÇAS
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Se reuniram e
começaram a escolher as disciplinas. O pássaro insistiu para que o vôo
entrasse. O peixe, para que o nado fizesse parte do currículo também. O
esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. O
coelho queria de qualquer jeito a corrida. E assim foi. Incluíram tudo, mas
cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos
praticassem todos os cursos. O coelho foi magnífico na corrida, ninguém
corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore
e disseram: “Voa, coelho”. Ele saltou lá de cima e quebrou as pernas.
Não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também. O pássaro
voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma
toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão
bem, nem cavar buracos. MORAL DA HISTÓRIA: todos nós somos
diferentes. Cada um tem uma coisa de bom. Não podemos forçar os outros
a serem parecidos conosco. Vamos acabar fazendo com que eles sofram,
e no final, não serão nem o que nós queríamos, nem o que eles eram.
(Autor Desconhecido)
FÁBULA DA CONVIVÊNCIA
Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre estava
coberta por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio
intenso e morriam, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima
hostil. Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa
de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro, e todos juntos, bem
unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais
tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada
um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles
que lhes forneciam mais calor vital, questão de vida ou morte. E afastaramse,
feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportarem mais
tempo os espinhos de seus semelhantes. Doíam muito. . . . . . . . . Mas, essa
não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer
congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco,
com jeito, com precauções... de tal forma que, unidos, cada qual conservava
uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem
ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim,
suportaram-se, resistindo à longa era glacial:SOBREVIVERAM .. . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar! É fácil beijar
o rosto, difícil é chegar ao coração! É fácil apertar as mãos, difícil é reter o
seu calor! É fácil sentir o amor, difícil é conter a sua torrente! Todos nós
somos anjos de uma só asa e para voarmos, precisamos estar abraçados
uns aos outros.
O MARCENEIRO E AS FERRAMENTAS
Contam que em uma marcenaria houve uma estranha assembléia.
Foi uma reunião, onde as ferramentas juntaram-se para acertar suas
diferenças.
Um martelo estava exercendo a presidência, mas os
participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa?
Fazia demasiado barulho e além do mais passava todo tempo golpeando. O
martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso,
dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque o
parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela
era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
Nesse momento entrou o marceneiro que juntou todos e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira
se converteu num fino móvel. Quando a marcenaria ficou novamente sem
ninguém, a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou
a palavra e disse:
- Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha
com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos.
Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em
nossos pontos fortes.Então a assembléia entendeu que o martelo era forte,
o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas
e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de
produzir móveis de qualidade e uma grande alegria tomou conta de todos
pela oportunidade de trabalharem juntos.
O mesmo ocorre com os seres humanos.
Basta observar e comprovar.
Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e
negativa.
Ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes
dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades...
Isto é para os sábios!!!
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